I.M.A.
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Instito Mágico da Aprendizagem
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Escola
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Missão do IMA

"Oferecer formação integral às crianças de 0 a 6 anos, fundamentada na proposta sócio interacionista, considerando essencial o aprender a conhecer, fazer, viver e ser. Que instrua para o desenvolvimento e conhecimento, integrando o homem e o mundo, oportunizando um processo de ensino-aprendizagem que aconteça como mixagem de todos os sentidos. Fazer do crescimento uma constante, da liderança uma característica e da ternura elemento definidor de sonhos de felicidade individual e social."

Visão do IMA

"Ser reconhecida como instituição de educação infantil que concretiza o processo ensino e aprendizagem com qualidade, ética e comprometimento. Ser referência enquanto espaço de educação infantil/empresa na construção de um a percepção de gestão e crescime4nto colaborativo, em constante crescimento de forma sustentável."

Filosofia

Instruir para o desenvolvimento e conhecimento, onde homem e mundo estejam integrados e o processo de ensino-aprendizagem aconteça como mixagem de todos os sentidos.

Que o crescimento seja uma constante, a liderança uma característica, e, que ternura e criatividade sejam elementos definidores dos sonhos de felicidade individual e social.

Concepção pedagógica

O IMA – Instituto Mágico da Aprendizagem acredita, dando-lhe um sentido amplo, que a educação é a mais avançada tarefa social emancipadora.

O processo de ensino-aprendizagem deve propiciar ao educando condições estimulantes para desenvolver capacidades e habilidades, respeitando o ser humano como elemento individual e social com interesses e aspirações distintas.

Percebemos o conhecimento como uma atividade inseparável da prática social, resultando de trocas que se estabelecem entre o sujeito e meio natural, social e cultural.

A educação tem como elemento primordial elevar o nível de consciência do educando a respeito da realidade social que o cerca, a fim de capacitá-lo a atuar no sentido de sua emancipação social, econômica, política e cultural.

Fundamentalmente o professor deve ser mediador no processo educativo, estabelecendo um vínculo significativo de confiança, ternura e cumplicidade com o educando, orientando a prática social vivenciada pelo aluno e o saber socialmente estabelecido que ele deva dominar a fim de se tornar uma força ativa nas transformações das estruturas sociais.

A sociedade em que estamos inseridos constantemente sofre alterações, pois vivemos na era do conhecimento, com gigantescos meios de informação e das mais diversas áreas.

Cada ser tem que se fazer aprendente. Para viver tem que se flexibilizar interagir, criar e coevoluir.

Aprender é saber procurar, pesquisar, ouvir, refletir e avaliar, acolhendo com senso crítico as várias contribuições e contextualizá-las no meio em que vivemos.

O IMA se confronta com a apaixonante tarefa de propiciar um ambiente educativo, fascinante e de inventividade, pois o prazer não pode ser considerado um aspecto secundário, despertando assim, não somente o ser humano crítico e autônomo, mas também sensível e solidário.

O trabalho desenvolvido na instituição visa abranger as diversas áreas e formas de conhecimento. Este processo envolve trocas nas quais ocorrem relações entre múltiplas informações e teorias, a fim de contribuir para o suprimento das necessidades apresentadas pelas crianças.

Procuramos assim conhecer e extrair de cada uma delas em essência, confortando-as com as nossas próprias vivências e com as vivências dos nossos alunos, produzindo assim, novos conhecimentos, que vão além dos já existentes em cada um destes eixos.

O mundo em que vivemos é repleto de informações e situações variadas.

Recebemos diversas influências que interferem em nossos modos de ser, agir e consequentemente em nossos modos de ver e fazer educação.

Desta, maneira, acreditamos que ao basearmos em apenas uma teoria ou em uma única teoria estaríamos restringindo nosso trabalho a uma só filosofia, gerando desta maneira uma educação limitada.

No IMA a educação e vista e sentida como um bem que transcende estes limites, tendo como finalidade ampliar horizontes e o compromisso de formar cidadãos que sejam capazes de continuar ampliando saberes e consequentemente estando aptos a transformar e criar novas e melhores possibilidades de vida e sociedade.

Metodologia de trabalho

Nosso objetivo é privilegiar a aquisição do saber, e, de um saber vinculado às realidades sociais. É preciso que a metodologia utilizada favoreça a correspondência dos conteúdos com os interesses dos alunos, e que estes possam reconhecer nos conteúdos o auxílio ao seu esforço de compreensão da realidade (prática social).

Nossa metodologia de trabalho parte de uma relação direta com a experiência do aluno, confrontada com o saber trazido de fora.

O educador propicia o conhecimento da ação à compreensão e da compreensão à ação, sendo assim, a unidade entre a teoria e a prática. O educador também se utiliza, como metodologia de trabalho, do questionamento e do desafio, lançando-os aos alunos e sobre os quais estes devem refletir e buscar suas próprias respostas, desenvolvendo assim, um apurado senso crítico e participativo, atuante em todos os momentos do cotidiano escolar, sendo desta forma, parceiros diretos na busca pelo conhecimento.

O trabalho docente deve sofrer constantes aperfeiçoamentos e estar sempre em sintonia na multiplicidade das teorias, compreendendo, conhecendo e reconhecendo o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo.

Dentro desta perspectiva de trabalho, cabe ao educador, uma postura auto analítica, que deverá ser constante a fim de aprimorar sua prática, acrescentando elementos que favoreçam a aprendizagem integral de seus alunos, mediante a observação constante de suas manifestações e necessidades, e da elaboração de um planejamento que venha de encontro a estas necessidades.

O registro das produções das crianças, bem como, das observações acerca do seu desenvolvimento por parte do professor é um aspecto significativo dentro de nossa metodologia, pois garante que o trabalho pedagógico atinja uma dimensão real de acordo com as diferentes necessidades apresentadas pelos grupos de alunos atendidos.

Assim, cabe também ao educador, conhecer as necessidades inerentes à faixa etária dos alunos que atende, planejando-se de modo a agir diretamente de acordo com estas.

Os conhecimentos adquiridos no processo de ensino-aprendizagem devem usufruir alicerces como o comprometimento, a solidariedade e colaboração, e assim, compartilhar da vivência do homem e agir sobre a realidade onde a energia utilizada seja para construir, agindo eficazmente e eficientemente.

Caderno de Atividades do IMA, uma breve história...

“No ano de 1999, quando o IMA iniciou as suas atividades, já existia uma preocupação em registrar os acontecimentos e aprendizagens das crianças através das produções registradas em cadernos e enviadas para casa semanalmente. Porém este registro era realizado nos chamados “Cadernos de Desenho”, e as atividades eram em sua maioria produzidas manualmente pelas professoras e crianças.

No ano de 2001, passamos a realizar os registros em Cadernos Universitários, e as atividades passaram a ser digitadas para então, serem efetuadas pelas crianças e anexadas ao Caderno.

Em 2006, o IMA inovou lançando os Cadernos Personalizados, contendo informações sobre a Proposta Pedagógica.

A partir daí, nos anos seguintes e até os dias de hoje, buscamos aprimorar e valorizar o Caderno de Atividades como um material de registro rico e fidedigno ao trabalho que a escola realiza, contemplando informações sobre atividades, experiências, conversas e vivências experimentadas pelas crianças dia após dia no espaço escolar. Documentar o cotidiano escolar é uma forma de resguardar a história da escola, bem como um pouquinho da história particular de cada criança que aqui passou e que aqui está. Valorizar as origens e também estar a serviço do futuro é o papel do IMA enquanto espaço educativo, cuja finalidade sempre será prosseguir Despertando a Magia de Aprender!”

Finalidade Do Caderno De Atividades: O IMA acredita que o papel do professor de uma instituição de educação infantil, que tem na criança o foco principal do seu trabalho, é o de mediador. O professor é o parceiro mais experiente que organizará os espaços da escola de maneira a torná-los ricos, prazerosos, saudáveis e instigantes.

Ele planejará as situações de aprendizagem de maneira que ofereça experiências educativas e sociais variadas, significativas, integradas, o mais próximo possível das práticas sociais reais, articulando todos os recursos e capacidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas de cada criança aos seus conhecimentos prévios e aos conteúdos dos diversos campos do conhecimento humano.

Procuramos provocar, levantar hipóteses e problematizar o conhecimento. O caderno de atividades é um documento importante que possibilitará maior compreensão do processo de construção do conhecimento pela criança. O Caderno de Atividades é enviado para casa, toda sexta-feira, repleto de atividades ou relatos da proposta de trabalho e temas que envolveram a criança durante a semana na escola, bem como a Tarefa Escolar! Como regra geral para as turmas, procedemos da seguinte forma: O Caderno de Atividades enviado na sexta deve retornar para a escola na segunda-feira. Este procedimento é importante porque as segundas acontecem à socialização das tarefas em sala de aula, momento no qual as crianças apresentam aos seus colegas as produções realizadas em família, que geralmente são relacionadas com a abertura ou fechamento de temas abordados por cada turma. O momento da socialização, além de ser uma situação que manifesta nas crianças alegria e orgulho, é uma ocasião onde são trabalhados importantes conceitos que agregam significativo valor às suas aprendizagens. Portanto, o compromisso da família em enviar para a escola o Caderno de Atividades é essencial para a realização destes momentos interativos, e até mesmo para a organização interna de colagem das atividades semanais.

Concepção de: Criança - Desenvolvimento Infantil - Aprendizagem

A criança é um sujeito social e histórico, que pertence a uma família que está inserida em uma sociedade, com determinada cultura e num determinado momento histórico. A criança é marcada pelo meio onde vive e também o marca.

Ela sente e pensa o mundo de uma maneira muito particular e nas interações, que desde cedo estabelece com pessoas e com o meio onde vive, revela seu esforço em compreender tudo e todos que a cercam. Por meio das brincadeiras explicita suas condições de vida, seus anseios e desejos e as relações, muitas vezes contraditórias, que vivencia.

Na construção do conhecimento utiliza diferentes linguagens e tem a capacidade de ter ideias e hipóteses próprias sobre o que busca conhecer e compreender. O conhecimento é construído a partir das interações com pessoas e com o meio e é fruto de uma intensa indagação que envolve um trabalho de criação, significação e ressignificação de suas ideias e hipóteses.

Torna-se, também, neste momento, imprescindível definirmos o que entendemos por educar e cuidar de crianças de zero a seis anos.

Educar é tornar acessível a todas as crianças os mais variados conhecimentos para a construção de uma identidade autônoma, através de aprendizagens diversificadas, em situações de interação que ocorrem nas brincadeiras e nas situações pedagógicas intencionais, planejadas de maneira integrada.

"Educar, significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. Neste processo, a educação poderá auxiliar o desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis." (In Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil/MEC 1998).

Para o IMA, o cuidar é parte integrante da educação e exige conhecimentos, habilidades e instrumentos que vão além da dimensão pedagógica e envolve todos os profissionais da instituição, independente da função que exerçam.

Cuidar é estar comprometido com o outro. É conhecer as necessidades das crianças, saber ouvi-las, observá-las e respeitá-las.

Cuidar é compreender, valorizar e ajudar a criança a desenvolver suas capacidades e, além dos cuidados com os aspectos biológicos do corpo, da qualidade da alimentação, da higiene dos ambientes, dos cuidados com a saúde e a segurança, abrange também a dimensão afetiva, a oportunidade de acesso a conhecimentos variados e a diversidade de materiais utilizados e experiências vivenciadas.

Ao cuidar da criança o profissional precisa estar atento a ela, compreendendo sua singularidade, seu processo contínuo de crescimento e desenvolvimento, identificando e respondendo às suas necessidades, interessando-se sobre o que ela pensa, sente, responde sobre si e sobre o mundo, a fim de ampliar seu universo de conhecimentos e habilidades que a tornarão mais autônoma e independente.

O papel do professor de uma instituição de educação infantil, que tem na criança o foco principal do seu trabalho, é o de mediador.

O professor é o parceiro mais experiente que organizará os espaços da escola de maneira a torná-los ricos, prazerosos, saudáveis e instigantes. Ele planejará as situações de aprendizagem de maneira que ofereça experiências educativas e sociais variadas, significativas, integradas, o mais próximo possível das práticas sociais reais, articulando todos os recursos e capacidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas de cada criança aos seus conhecimentos prévios e aos conteúdos dos diversos campos do conhecimento humano.

Para os profissionais do IMA, suas práticas necessitam promover e ampliar as condições necessárias para o pleno exercício da cidadania de suas crianças e, antes de qualquer coisa, elas tenham direito a viver experiências prazerosas.

Para que isso aconteça, essas práticas devem estar embasadas nos seguintes princípios:

  • O respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas, etc...;
  • O direito das crianças brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil;
  • O acesso das crianças aos bens socioculturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, a comunicação, a interação, social, ao pensamento, a ética e a estética;
  • A socialização da criança por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem descriminação de espécie alguma;
  • Ao atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade.

Relação turmas - alunos - professores

De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 01/99/COMED/BLUMENAU que dispõe sobre a educação infantil, o artigo 9º ressalta:

Art. 9º - Os parâmetros para a organização de grupos decorrerão das especificidades do espaço físico e da proposta pedagógica, respeitando o pleno desenvolvimento da criança. Recomenda-se a seguinte relação professor criança:

Turmas Relação criança/professor
Infantil I 06 crianças/01 professor
Infantil II 08 crianças/01 professor
Infantil III 12 crianças/01 professor
Pré-Escola I 15 crianças /01 professor
Pré-Escola II 20 crianças/01 professor
Pré-Escola III 25 crianças/01 professor

O IMA tem como parâmetro à relação criança/professor da seguinte maneira:

Turmas constituídas por idades Número de vagas disponíveis por período Número de profissionais que atuam na sala por período
Crianças 0 a 1 ano Máximo 14 crianças 1 regente e 2 auxiliares
Crianças 1 a 2 anos Máximo 17 crianças 1 regente e 2 auxiliares
Crianças 2 a 3 anos Máximo 18 crianças 1 regente e 1 auxiliar
Crianças 3 a 4 anos Máximo 21 crianças 1 regente e 1 auxiliar
Crianças 4 a 5 anos Máximo 21 crianças 1 regente e 1 auxiliar
Crianças 5 a 6 anos Máximo 23 crianças 1 regente e 1 auxiliar

Avaliação da aprendizagem - Do processo Ensino-Aprendizagem/Aluno

A Educação Infantil é uma área repleta de possibilidades, que permitem à criança desenvolver conceitos básicos e fundamentais que vão acompanhá-la por toda a vida.

Estes conceitos são desenvolvidos de maneira prazerosa, significativa e vinculados à realidade presenciada pela criança no meio em que vive tendo como finalidade que ela se perceba sujeito atuante neste meio, sendo capaz de refletir e criar novas formas de ser, agir e estar no mundo. É relevante considerar a criança como um sujeito social e histórico, ativo, que pensa, age, interage, e possui interesses e curiosidades sobre o mundo em que estão inseridas. A criança se faz notar, também, pela desafiante vontade de lidar com as dificuldades, pois para elas, quanto mais dificuldades encontrar, mais desafiante e prazeroso tornar-se-á, demonstrando assim todas as suas capacidades de conhecimento. Enfim, as características das crianças são comuns, mas se deve pensar que elas permanecem únicas em sua individualidade e diferenças.

De acordo com as diferentes faixas etárias, e respeitando a maturidade de cada uma delas, é possível estimular estas características proporcionando às crianças atividades que ampliem suas habilidades e estimulem as diversas áreas de conhecimento, tornando-os aplicáveis no meio social. Todo este trabalho requer do educador a utilização de recursos que lhe possibilitem conhecer seus alunos e identificar as aprendizagens já adquiridas por eles, para então saber de onde partir e como deve conduzir o grupo rumo às novas descobertas e experiências.

A avaliação é um dos principais recursos que norteiam este trabalho, pois é baseado nela que o educador irá descobrir as necessidades e desejos das crianças no processo de aprendizagem durante todo o ano letivo. Torna-se relevante destacar que a avaliação não serve para apontar possíveis erros, para criar rótulos, posto que a escola jamais deva se colocar nesta posição. Parte-se da premissa de que este deve ser o lugar das simulações possíveis de todas as experiências significativas vividas pelas crianças.

Segundo Becker (2003) Deveria ser, portanto, a instituição que, por sua natureza, não só admite o erro, mas, também, o considera uma oportunidade fecunda para novas construções ou descobertas.

O ato de avaliar está presente e ocorre simultâneo a este processo em etapas assim organizadas:

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA INDIVIDUAL (sondagem da professora). Esta etapa do processo avaliativo inicia-se juntamente com o ano letivo ou no momento em que o aluno ingressa na escola, compreendendo o período de adaptação da criança à nova realidade proposta. Neste período o educador procurará observar e registará questões e informações inerentes as características de personalidade, comportamento, desenvolvimento cognitivo, motor e social da criança. Este registro será feito no próprio caderno de planejamento da regente de turma e possibilitará que ela acompanhe a evolução, mudanças e quaisquer outros aspectos relacionados à criança no espaço educacional.

Importante: ao iniciar ano letivo a regente deverá fazer esse registro mais tardar até fim do mês de fevereiro com alunos matriculados no início do ano letivo. Para alunos que forem matriculados durante o ano letivo, independente da data, esse registro deverá ser feito, no máximo, até o fim do 1º mês após a matrícula.

Para turmas Infantil I e Infantil II este registro é semanal, de cada criança, no caderno de planejamento da regente, durante todo o ano letivo, e, de forma a contemplar cada aluno matriculado em sala de aula.

AVALIAÇÃO FORMATIVA (Documento elaborado para pais ao findar o 1º semestre e 2º semestre do ano letivo).

Durante todo o desenvolvimento do trabalho com a turma, o educador estará constantemente verificando as ações e reações das crianças nas mais variadas situações na escola, tendo a constante preocupação de observar se estão avançando em relação aos conhecimentos proporcionados, sanando possíveis dificuldades e dúvidas.

Faz-se necessário que o educador, além de assumir uma postura observadora que lhe possibilite conhecer as necessidades e progressos de seus alunos, também seja capaz de refletir e auto avaliar constantemente seu próprio desempenho, buscando novas formas de agir quando necessário, e oferecendo condições plenas de aprendizagem às crianças envolvidas. Quando o professor exerce sua função partindo da premissa de que ambos aprendem, a realidade aponta vários caminhos a serem explorados para alicerçar esta relação. Esta etapa avaliativa resulta na produção de um documento formal.

O parecer descritivo é a forma mais rica de se registrar estas informações e compartilhar com os pais as movimentações das crianças em relação à aprendizagem escolar.

O parecer descritivo formativo será entregue semestralmente aos responsáveis em reunião específica e individual sob agendamento prévio e com datas definidas em calendário escolar, onde serão demonstrados os temas, propostas e objetivos alcançados com o aluno (a) até o fechamento desta determinada etapa de ensino.

Avaliação Formativa: alguns questionamentos a serem considerados na elaboração:

  • Como a criança vem se relacionado com o grupo, e com a rotina escolar?
  • Como está ocorrendo à integração entre a família e a escola?
  • Como está o aproveitamento escolar da criança? (Assiduidade/ pontualidade)
  • Como a criança vem desenvolvendo seus hábitos alimentares e de higiene no decorrer do semestre?
  • Como a criança se organiza com seus objetos de uso pessoal em geral?
  • De que forma reage a conflitos e às regras de convivência no grupo?
  • Falar sobre o que se destaca na preferência e habilidades da criança dentro de cada área de conhecimento.
  • Partindo para as áreas de conhecimento, descrever os conceitos que a criança ampliou em: Conhecimentos linguísticos / Conhecimentos matemáticos / Ciências Sociais e Naturais/ Conhecimento de Mundo/ Motricidade / Expressões Artísticas.

No documento avaliativo formativo da criança, serão anexadas atividades que possam retratar, ilustrar, justificar, reproduzir conhecimentos e situações de aprendizagem ocorridos durante período em questão. Essas atividades ilustrativas fazem parte do documento intitulado “sondagem” (sondagem não define conhecimento), construído pela equipe de regentes da escola e em acordo com as diretrizes curriculares do IMA.

A avaliação final da criança, que ocorre ao término do segundo semestre deve constar detalhes específicos de todas as conquistas adquiridas ao longo do ano, compondo o fechamento de uma etapa de ensino.

A turma do Infantil I é a única turma que não apresenta material de sondagem em anexo a avaliação formativa.

Importante: após um período de 40 dias uteis após sua matricula, a família do aluno (a) já receberá da regente, avaliação conforme procedimentos adotados neste documento. A criança matriculada e que tenha frequentado menos de 40 dias uteis escolares antes da data de entrega da avaliação, não receberá documento formativo, contudo, a família deverá se reunir com a regente para troca de informações e uma avaliação oral do período de adaptação.

Todas estas considerações fundamentam o processo avaliativo dentro da escola, ilustrando a constante preocupação de oferecer um trabalho que visa à qualidade do processo de ensino-aprendizagem de nossos alunos.

Regulamento escolar

Rua Amazonas, 2055 - 89021-001 - Garcia - Blumenau - SC - Como chegar? - Fone: (47) 3222-3681